LGBTQIA+: Muito mais do que uma sopa de letrinhas!

Você sabe como surgiu a sigla LGBTQIA+?

Dia 28 de junho é conhecido como dia do orgulho LGBT. Isso porque em 1969 aconteceu uma revolta no em Stonewall Inn – um bar em nova Iorque. Nós contamos a história no texto falando sobre o dia do orgulho LGBTQIA+. Mas essa sigla já passou por várias mudanças e adequações e até hoje está em constante inclusão, você sabe o por que?

Você pode encontrar essa sigla de diferentes formas LGBTQIA+ ou LGBTTQIA+ ou LGBTQIAP+ ou de outra forma ainda. Mas mesmo em 2021 algumas pessoas ainda não sabem o que significa cada uma dessas letras, por isso vamos explicar cada uma delas e a origem dessa sigla.

LGBTQIA+ significa:

L – Lésbicas: são mulheres que sentem atração sexual ou afetiva por outra mulher; G – Gays: são homens que sentem atração sexual ou afetiva por outro homem; B – Bissexuais: Os bissexuais são pessoas que sentem atração afetiva ou sexual por mais de um gênero; T – Transgêneros e Travestis: Os transgêneros são pessoas que se identificam com outro gênero que não o definido no nascimento; Q – Queer são os que não se limitam as definições sociais de identidade de gênero e orientação sexual; I – Intersexuais são as pessoas que possuem variação fisiológicas e que não se encaixam nas categorias binárias de feminino ou masculino; A – Assexuais são as pessoas que não sentem atração sexual por outras pessoas, pode ser parcial, condicional ou total. e o + representa outras diversidades de orientações e gêneros, como a Pansexualidade.

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A história da sigla

Antigamente a sigla não existia e o termo “gay” era usado de maneira genérica para se referir a outro tipo de orientação. As lésbicas começaram a ganhar mais espaço público e então o termo ‘gay’ que antes era um guarda-chuva, passou a se referir aos homens que se relacionam com homens. E a sigla se tornou GLS – Gays, lésbicas e simpatizantes e você sabia que o “S” abriu espaço para “suspeito”?. Por isso, a sigla passou a ser GLBT, trazendo a representatividade do bissexual e da travesti.

Somente em 2008, com o movimento feminista e o objetivo de dar visibilidade as lésbicas, a sigla muda para LGBT e recebe a inclusão de outras identidades como o QIA+. Tornando-se por fim, a sigla da maneira como conhecemos hoje LGBTQIA+.

Você também pode encontrar por aí, siglas maiores e com mais letras. E isso se dá pelas novas descobertas e formas de vivenciar a sexualidade. O movimento LGBTQIA+ é um movimento inclusivo que possibilita diálogos e visibilidade para as diversas maneiras de expressão da sexualidade, por isso, mais importante que uma sigla padronizada ou certa, é ela ser inclusiva e continuar em constante atualização!

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